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sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Resenha : Macao



Ontem lá no Spaghetti, depois de muito tempo, joguei mais uma partida do Macao. Aí eu me dei conta que tinha prometido uma resenha desse fantástico jogo e acabei nunca fazendo, bom vou corrigir esse erro.

Macao é o quarto jogo da parceria da Alea e do designer Stefan Feld, e como os anteriores ele acaba sendo diferente e mesmo assim mantendo sua genialidade (sim, sou fã do cara) com mecânicas nem sempre originais mas aplicadas de forma diferenciada.


O rondel de alocação de cubos. Foto BGG.

Roubando um pouco a descrição do BGG, Macao é um jogo onde podemos planejar nossas ações até 6 turnos à frente, temos várias formas de pontuar e utilizamos um mecanismo de recebimento de recursos muito original.

Em cada turno temos 3 passos a serem executados. No primeiro pegamos uma carta de ação, essa carta vai para o seu tabuleiro pessoal, depois rolamos 6 dados de cores diferentes (iguais aos cubos) e escolhemos dois para pegar os cubos, colocamos a quantidade num rondel que é o que vai reger a quantidade de ações que você fará.


O tabuleiro central com os prédios, muro e porto. Foto BGG.

Depois disso temos as ações propriemente ditas, que são ativar cartas, parte importantíssima do jogo, pegamos bens para entregar nos portos, partimos com nosso barquinho para entregar os bens e finalmente podemos também andar no "muro" para organizar a ordem do turno.

O jogo tem a duração de 12 turnos e no final deles somamos os pontos ganhos, debitamos as penalidades (acreditem, elas são frequentes) e quem tiver mais pontos ganha.


O tabuleiro de cada jogador, com as cartinhas. Foto BGG.

Macao é um jogo típico do Feld, isso quer dizer que você explica ele super fácil, mas demora um bocado até você realmente jogar ele bem, pois tem uma curva de aprendizado alta.