segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Ludoteca Básica : The Castles of Burgundy

Lançado recentemente pela Grow, The Castles of Burgundy é um dos jogos mais acessíveis e gostosos de jogar do grande Stefan Feld, nele cada jogador é responsável por um principado e precisa construir nele prédios, castelos, fazer comercio, minerar prata, cuidar da pecuária para assim se sobressair entre os outros principados.

Temos como coração do jogo, um tabuleiro central onde são dispostos os tiles que serão adquiridos e cada jogador tem disponível dois dados para realizar as ações.

O jogo é dividido em 5 fases, e em cada uma dessas fases temos 5 rodadas. O andamento das rodadas é extremamente simples, os jogadores rolam seus dois dados, realizam as ações possíveis com eles, e passam para o próximo jogador.

O mercado central, com os tiles disponíveis.

Dentre as ações possíveis temos a compra dos tiles para o nosso principado, a construção do tile comprado, a venda de mercadorias e a contratação de trabalhadores (que servem para mitigar a sorte nos dados), além da ação extra da gastar prata para comprar tiles no mercado negro.

A grande sacada do Burgundy é que os tiles tem funções diferentes e a forma como você os coloca e o momento certo, pode acarretar numa cascata de ações extras e pontuações boas para o jogador, e é aí que a curva de aprendizado dele se faz presente.

Depois das cinco fases (de cinco rodadas) soma-se a pontuação das tecnologias, as mercadorias não vendidas, as peças de pratas restantes e cada dupla de trabalhados aos pontos recebidos durante o jogo e quem tiver a maior pontuação é o vencedor.

No nosso principado colocamos os tiles.

Burgundy é um jogo muito inteligente, que você pega rápido as regras, mas só com a sequência de partidas é que você consegue extrair o melhor dele, pois aí você começa a saber o momento de colocar um castelo para conseguir a ação extra, ou se vale investir num único tipo de animal, ou o melhor momento para fechar uma área e pontuar, quando vender seus bens para ter espaço para pegar outros, enfim, típico jogo que você termina a partida com vontade de jogar de novo.

Falando um pouco agora da versão da Grow, ela é quase idêntica a versão da Alea, as mudanças mais visíveis (no jogo) são o verso dos tiles de tecnologias (amarelos), que na versão da Alea tem um tom mais "chapado" e na versão da Grow tem um miolinho mais forte.

A diferença da cor do verso das tecnologias.

Pra mim foi o fator determinante para escolher ficar com a versão da Grow, pois uma das expansões do Burgundy traz quatro novos tiles (dois de tecnologia e dois de mercado negro), sendo que o verso dele era diferente da versão da Alea e é IGUAL a versão da Grow.

No mais, o insert de um é tão "útil" quanto o do outro (leia-se, você vai jogar fora a menos que você seja colecionador), os tabuleiros, a espessura dos tiles, os dados são IDENTICOS entre as versões, então é uma questão de oportunidade saber qual dos dois você vai querer na sua coleção, mas uma coisa é certa você PRECISA ter The Castles of Burgundy nela.

Não gosto de nenhum dos inserts, mas tem quem curta.

sexta-feira, 13 de outubro de 2017

Loony Quest


Ainda no clima de Dia das Crianças, Loony Quest é daqueles jogos surpreendentemente simples, mas que de forma brilhante captam a atenção da família toda para dentro das partidas.

Nele, cada partida é dividida em 6 fases de um mesmo "mundo", visualmente as fases parecem ter saído de dentro de jogos de video-game, mas a jogabilidade do Loony Quest é única.

Os jogadores recebem uma caneta, uma folha de acetato transparente, e uma base branca cartonada.

Você precisa pensar fora da caixa!

Depois coloca-se a primeira fase do jogo na caixa e vira-se a ampulheta, e nesse momento os jogadores precisam, só através da observação, traçar caminhos, circular determinados objetos, ou acertar em cheio os inimigos daquela fase, isso desenhando no acetato.

Uma vez que o tempo acabe, os jogadores se revezam em colocar essa folha transparente em cima do desenho da fase na caixa, e observamos se os objetivos solicitados foram atingidos.

O legal de cada fase, é que elas vão ficando mais difíceis, então conforme o jogo evolui, acaba ficando mais provável que você perca ponto ao passar com o seu traço em cima de coisas que não devia, e como é um jogo puramente de observação, as vezes uma questão milimétrica te tira pontos importantes.

Depois você confere como se saiu.

Temos também uns marcadores para facilitar o seu jogo, ou para atrapalhar o coleguinha, mas para conseguir esses marcadores geralmente você vai precisar desviar um pouco da sua rota, o que pode ser bastante arriscado. 

Loony Quest foi um jogo que bateu na mesa aqui de casa e todos (até minha menorzinha de 4 anos) se divertiram muito tentando fazer os melhores caminhos dentro das fases, ele é uma boa pedida para jogar em família e além de lindo tem uma caixa super funcional e bem pensada, recomendadíssimo!

Até na hora da pontuação ele é espertinho.

quarta-feira, 11 de outubro de 2017

TOP 5 : Dia das Crianças

Aqui em casa a gente brinca em família sempre!

O mercado hoje tem várias ótimas opções de jogos para se jogar em família ou voltados para a mulecada em geral, para vocês que acompanham o blog já devem ter percebido que inclusive temos um marcador de post só para isso por conta do meu companheirão de partidas, o Arthur, que cresceu no meio dos board-games.

Então para comemorar o Dia das Crianças, resolvi fazer um TOP5 um pouco diferente, diversos canais tem feito indicações de jogos, mas eu resolvi indicar apenas jogos criados por autores brasileiros, alguns são mais complicados de achar, mas a maioria é de fácil acesso, então aproveite a lista e divirtam-se com os pequenos.


Escola de Dragões
Ramsés Sohn (resenha)

Escola de Dragões é um card-game rápido, de regras simples, arte caprichada, onde somos alunos prestes a se formar e estamos numa disputa para ver quem ficará com o título de Mestre Treinador.

O barato do jogo é tentar aumentar o poder dos dragões que você baixa, para que os outros treinadores não te forcem a voltar com ele para sua mão, e assim você conseguir baixar o mais poderoso de todos.

Ele é um jogo leve e rápido, com caixa pequena, preço acessível e que agrada bastante a turminha que joga.


Anime Saga
Michael Alves (resenha)

Outro card-game, esse com uma ambientação mais "teen", em Anime Saga somos heróis que juntos precisam derrotar inimigos poderosos, ao mesmo tempo em que tentam superar os outros heróis.

Anime Saga é indicado pra uma mulecada um pouco maior, pois tem bastante texto, regras um pouco mais rebuscadas, mas a ambientação dos animes, chama bastante atenção e uma cara meio "video-game" faz com que ele seja um jogo bastante recomendado pra turminha que curte um Dragoball e um Naruto.


Dwar7s : Outono
Luis Brueh (resenha)

Em Dwar7s, um rigoroso inverno está chegando, e temos todo o outono para conseguir mantimentos para mantermos o nosso reino abastecido, mas anões são muito competitivos, então outros reinos também estão tentando conseguir sempre mais que os outros.

Esse é um tile-placement com arte IRADA (do próprio autor), que chama atenção tanto pela jogabilidade simples, porém bastante estratégica, quanto pela qualidade de componentes, e de como visualmente o jogo fica bacana na mesa.

Recomendo as expansões também, joguei depois de ter feito a resenha para o blog e elas tem elemento muito legais que deixam o jogo ainda mais divertido.



Drillit! A Fuga da Montanha de Cristal
Lucas Pereira / Pedro Nastari (resenha)

Esse é um dos preferidos da turma lá de casa, nele somos gnomos mineradores que ao descobrirem uma mina recheada de diamantes, mas que com isso chamam atenção de goblins que tentam a todo custo destruir a nossa máquina de perfuração e acabar com a gente.

Drillit é um jogo cooperativo, todos jogam contra o jogo, e precisamos arrumar uma rota de fuga, sairmos ilesos antes que algumas condições de final de jogo sejam alcançadas.

Ele é um jogo que foi um sucesso no seu financiamento coletivo, foi entregue com uma qualidade impecável e além de ser um jogo bastante bacana é um dos cooperativos mais acessíveis para novos jogadores.


Masmorra de Dados
Daniel Alves / Patrick Matheus / Eurico Cunha (resenha)

Esse é ainda hoje um dos jogos mais jogados lá em casa, mesmo tendo sido lançado lá fora com toda pompa, miniaturas finamente esculpidas, arte bacanuda, ainda é a versão da Histeria Games com DADOS a minha preferida.

Nele, os dados são exploradores dentro de uma masmorra que precisam matar criaturas, pegar tesouros, desmontar armadilhas, entre outras coisas, para ganharem pontos de experiência para que o personagem consiga chegar primeiro ao nível máximo consagrado o vencedor!

A mecânica de rolamento de dados selecionando as faces para resolver as situações é muito bacana, a simplicidade das regras e a arte, fazem com que o Masmorra seja um jogo que agrade bastante a mulecada e os jogadores mais casuais.


Esse foi o meu TOP5, mas não posso terminar a postagem sem indicar uma série de outros jogos bacanas, criados por autores nacionais e que são de fácil acesso (em sua maioria) e são ideais para começar a ludoteca do seu filhote, sobrinho, ou até mesmo algo mais abrangente dentro da sua família, escola, comunidade.

Anotem aí : Ataque dos Tubarões Vampiros (resenha) /  Sk8 Pro (resenha) / Medievalia (resenha) / Gekido (resenha da versão brasuca) / Piratas (resenha) / Warzoo (resenha) / Pit Crew (resenha) / Sonhando com Alice (resenha) e vocês já podem comprar o Die die DIE (resenha), mas esse só chega ano que vem!

Die die DIE! esse chega ano que vem!

segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Dissecando o Die die DIE!


Die die DIE! é um projeto meu e do grande Romulo Marques (autor do Gekido) que começou a ser desenhado em 2014 e nesse fim de semana abriu seu financiamento coletivo (e que enquanto eu escrevo já está com 85% encaminhado).

No jogo, os Dadólogos criaram um portal que faz com que possamos com os nossos solDados, participar de batalhas épicas durante eras e essas batalhas são resolvidas com muita estratégia e petelecos.

O jogo é dividido em três fases distintas, na primeira os jogadores vão se revezando em petelecar os dados para dentro da arena, na segunda fase os jogadores movem seus dados que estão em fronteiras, escolhendo as melhores batalhas a serem travadas e na última e derradeira fase, é onde o sangue dos dados escorre e os mais fortes sobrevivem e recebem os pontos pelas vitórias.

Uma das primeiras versões, antes de "ir pra caixa".

Die die DIE! pode ser jogado apenas com essas regras básicas, mas o projeto foi pensado para ter módulos, que fazem com que cada experiência se torne diferenciada, além dos 4 mapas com regras especiais em cada um deles, temos o módulo com cartas que dão efeitos diferentes a cada batalha e o módulo dos monumentos, que além de novas estruturas dentro do jogo, vem com cartas referentes àquele elemento.

Falando um pouco do projeto, ele começou com a arena fora da caixa, era uma estrutura que você montava e era pentagonal (só mudando para hexágono aos 45 minutos do segundo tempo), os primeiros testes já mostraram que o jogo podia avançar para alguma coisa bacana, e foi o Antonio Pop (da RedBox Editora) quem sugeriu pensar "dentro da caixa" nesse caso.

Por onde passou, sempre com partidas divertidas e intensas.

De lá pra cá foram 3 anos de desenvolvimento, muito (mas muito mesmo) playteste, algumas coisas que eram tidas como imexíveis saíram do jogo, outras na casa do "nem pensar" entraram e resolveram problemas e hoje o projeto está pronto.

A Ace Studios junto com a Red Box se uniram para fechar o jogo, contrataram o excelente Lucas Ribeiro para dar uma nova cara às artes, o design gráfico está na mão do grande amigo Marcelo Groo e o manual está sendo revisado e organizado pela Bianca Melyna, todos super competentes no que fazem.

A campanha vai rolar por 45 dias, os jogos serão impressos na China, na mesma gráfica que faz os jogos da Iello (como o King of Tokyo, a série Tales & Games, entre outros) e o prazo de entrega para os colaboradores, tudo correndo dentro do previsto, é em abril de 2018.

Um trabalho de 3 anos de desenvolvimento.

Die die DIE! é um jogo que provou ser acessível para o público de todas as idades, nós tentamos dosar estratégia, sorte e diversão para que ele pudesse rodar tanto em mesas mais experientes, como com novatos buscando conhecer jogos diferentes.

Eu e o Romulo estamos muito felizes com o resultado do jogo e de como a campanha está se desenvolvendo, e esperamos que os amigos possam ter em cada cópia um pouco da nossa paixão pelo que foi realizado.

Protótipo final, depois desse só o que você vai receber!

quinta-feira, 5 de outubro de 2017

Campanha SeaFall : 3ª Sessão




Que alívio, acharam que tínhamos perecido nas mãos dos piratas?? Não, estamos retomando a nossa Campanha de SeaFall para os amigos irem curtindo!! 

Como esperávamos no final da segunda sessão, as novas regras fizeram com a sessão já começasse quente, agora que os jogadores podem se atacar e conhecer águas desconhecidas.

Além das regras, novas ilhas podem ser descobertas, novos conselheiros vem com novidades, entre elas a chance de Pesquisar cartas, que trazem umas coisas bem interessantes.

Legal também foram vários Marcos Históricos novos, uns bem belicosos, outros mais sobre explorar e fazer dinheiro, e dessa vez não demos mole, se tinha algum de abrir baú, a gente foi pra cima.

Tinham dois, e ao conquistar um deles eu fechei a 3ª Sessão que teve um avanço recorde do Fabrício, que conseguiu fazer 6 pontos numa rodada só, e no final conseguiu pular de último na rodada para segundo, conseguindo subir uma pontuação boa no geral.

Novas ilhas finalmente foram aparecendo!

No novo baú, mais adições de regras e algo novo, Colônias, ainda não lemos as regras para saber como realmente funcionam, mas parecem ser postos avançados de comércio, uma vez que estamos indo cada vez mais longe na descoberta de novas áreas do mapa.

As sessões a partir de agora parecem que vão tomar um rumo focado em comércio e exploração, mas isso não impede que novos saques entre os jogadores aconteçam, afinal a gente vai precisar de grana, produtos e pontos de glória!





quarta-feira, 4 de outubro de 2017

Ludoteca Básica : Small World


Lançado em 2009 pela Days of Wonder, Small World é uma releitura de um jogo de 99 do Philippe Keyaerts chamado Vinci que ganhou um banho de loja e desde então vem colecionando prêmios, fãs e expansões.

O básico do jogo é simples demais, na sua jogada você pega seus marcadores e vai dominando novos territórios com a sua raça, os combates são determinísticos até o momento em que você pode arriscar com um dado de reforço para tentar aquela última conquista, e é ISSO.

Fosse só isso ele seria um jogo qualquer, mas o que torna o Small World tão maneiro são as combinações raças!

Expansão Underground com novas raças, mapas e regras.

O jogo trabalha com uma junção de raças e poderes especiais para serem escolhidos pelos jogadores, cada combinação dessas dá direito a uma quantidade diferente de marcadores e também de formas diferentes de pontuação.

Aqui você vai poder encontrar Elfos Voadores, Trolls Alquimistas, Orcs Espirituais, entre outras combinações bizarras, e que mudam de uma partida para outra e é assim que você vai definir a quantidade de marcadores que você vai usar.

Além de ser um excelente jogo, ainda tem uma arte lindona.

Só que esses marcadores são limitados, e chega uma hora que sua raça precisa virar história para que novas raças apareçam em Small World, e esse é outro charme, você escolhe a raça ativa, entra em declínio com ela (ela continua pontuando, mas para de se expandir) e escolhe uma outra raça para começar um novo avanço territorial para no final o jogador que somou mais pontos ganhe o jogo.

Desde o seu lançamento o jogo (lá fora) teve muitas expansões, desde um novo core, o Small World : Undergroud, até expansões menores de terrenos e novas raças e poderes especiais e ainda esse ano sai mais uma promoção, a Small World : Sky Islands.

A combinação de raças, o charme do Small World.

Em 2013 foi lançada uma versão digital para o jogo, que traz toda a experiência para o mundo dos app's. Muito bem implementada pela Asmodee Digital (resenhada aqui), além da arte ser igual, a jogabilidade também é perfeita, sendo fácil uma das melhores adaptações de jogos de tabuleiro para plataformas digitais.

Aqui no Brasil ele foi trazido pela Galápagos Jogos, que ainda não se pronunciou quanto às expansões, o que é uma pena uma vez que o jogo é um excelente jogo de entrada para novos jogadores por ter regras tranquilas de ensinar, e uma arte super convidativa, assinada pelo grande Miguel Coimbra.

Próxima expansão Islands, programada para esse ano.

segunda-feira, 2 de outubro de 2017

Zombicide S03 + Angry Neighbours

A galera que vem sempre por aqui, sabe que eu sou fã da família Zombicide, já falei da Season 1 muito antes de chegar no Brasil e da Black Plague, e esses dias tive a oportunidade de pegar a Season 3 da Galápagos Jogos completa, que são o core Rue Morgue e a expansão Angry Neighbors.

No Rue Morgue já temos algumas novidades bem bacanas já nos astros do espetáculo, agora existem os zumbis calejados, a abominação bombada e os rastejadores.

Os zumbis calejados são bem parecidos com o da Season 1, com a diferença que se durante o combate dentre os dados de erro você tirar algum número um, os zumbis que foram acertados não morrem, viram rastejadores, e você precisa matá-los novamente.

Helicópteros, novos zumbis, regras pvp.
Novidades da Season 3.

Já a abominação bombada é sinistra de matar (só com molotov ou lança-chamas) e tem a ação de agarrar, que traz os sobreviventes de áreas adjacentes para a zona onde ele está.

Outras peças legais que vem nessa Season são as barracas, os ativadores de eventos e o helicóptero, os três abrem excelente possibilidades para mapas e missões bacanas.

Além disso, temos as cartas de ações conjuntas e uma coisa que todos os jogadores vinham pedindo desde a primeira caixa, finalmente apareceu, o modo de jogo "player vs. player", onde os jogadores são separados por times, e existem cenários específicos para serem usados.

Diversão pra família toda!

Já na expansão Angry Neighbors que completa a Season 3, as adições mais legais são os companheiros sobreviventes (quem já joga o Zombicide a muito tempo, já deve estar familiarizado com companheiros cachorros) que tem especializações e ajudam os jogadores de diversas maneiras.

Além deles temos os zumbis caçadores, que recebem ativações extras toda vez que uma carta de zumbis daquele tipo é sorteada na fase de entrada de zumbis.

Nova forma para entrada de zumbis, agora numerada.

Há também no Angry Neighbors a introdução ao modo ultra-vermelho, onde os jogadores podem ir além do nível de perigo vermelho e ganham equipamentos mais bombados, e a habilidade de Apodrecido, que concede aos jogador uma ficha que faz com ele possa andar entre os zumbis sem ser percebido (muito útil para determinadas missões).

Depois de jogar a Season 1 (que é muito boa) e a Black Plague (que é a minha preferida), a Rue Morgue é uma excelente adição ao jogo, principalmente se você prefere o jogo se passando nos dias atuais. Rue Morgue e Angry Neighbors andam meio fora de catálogo (está na hora do reprint hein Galápagos), mas se você tiver a oportunidade de pegá-la, não pense duas vezes.

Casa de fã do Zombicide tem até torre personalizada!